Uma briga generalizada em um bar na região leste de Santa Maria deixou dois feridos na noite de sábado (24), no Bairro São José. Dois homens, de 58 e 43 anos, foram feridos com golpes de facão, e uma mulher, de 41 anos, teria sido agredida a tapas. O suspeito seria o filho do proprietário do bar, um jovem de 22 anos que teria desferido golpes de facão nos envolvidos sob o pretexto de tentar cessar a briga.
Conforme a Brigada Militar, a corporação foi acionada por volta das 20h para atender uma ocorrência de briga em um bar na Rua João Franciscatto, Bairro São José. No local, encontraram duas vítimas.
Aos policiais, a mulher de 41 anos teria relatado ter sido agredida com um tapa pelo homem de 43 anos, e sofreu lesões no pescoço. Já o homem de 43 anos estava com ferimentos no rosto, braços e costas. Ele teria informado aos policiais que um jovem de 22 anos, filho do proprietário do bar, teria lhe desferido golpes de facão, e que o proprietário do bar, de 52 anos, teria efetuado disparos de arma de fogo em sua direção, mas não o atingiu.
O fato envolveu uma terceira vítima: um homem de 58 anos, que foi ferido com golpes de facão na cabeça. Ele foi levado para atendimento médico na Unidade de Pronto Atendimento da Casa de Saúde. Aos policiais ele teria relatado que o jovem de 22 anos teria lhe ferido com golpes de facão na cabeça.
Segundo a ocorrência policial, o homem de 52 anos, proprietário do bar, teria alegado ter efetuado tiros pra cima para tentar cessar a briga. Já o filho dele, o jovem de 22 anos, teria relatado ter visto a briga e utilizado o facão contra os dois homens na tentativa de interrompê-la. Com o proprietário do bar, foram apreendidos um revólver da marca Taurus calibre 38, com quatro munições intactas e uma deflagrada e um coldre. Já com o jovem foram apreendidos dois facões.
Ambos foram conduzidos para atendimento no UPA para perícia, e posteriormente encaminhados para a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) onde prestaram depoimento. Conforme a ocorrência, os dois não se lesionaram. O delegado plantonista determinou o registro de ocorrência simples, sendo os suspeitos ouvidos e liberados. Eles devem responder pelos crimes de lesão corporal. O caso será investigado pela Polícia Civil.
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