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Dia do Pão Francês: tradição, qualidade e força industrial que nascem em Santa Maria

Celebrado neste 21 de março, o Dia do Pão Francês presta homenagem a um dos alimentos mais presentes na mesa dos brasileiros. Crocante por fora, macio por dentro e indispensável no café da manhã ou no lanche da tarde, o tradicional “cacetinho” vai muito além de um simples produto de padaria: ele carrega história, cultura e, em Santa Maria, também representa desenvolvimento econômico e inovação industrial.

É nesse cenário que se destaca o Panifício Mallet, empresa com sede no Distrito Industrial do município e que, ao longo de quase três décadas, consolidou-se como uma das principais referências do setor no Rio Grande do Sul. Mais do que uma padaria, o Mallet é uma indústria, característica que ajuda a dimensionar sua capacidade produtiva e sua relevância regional. Atualmente, a empresa gera trabalho e renda para cerca de 250 santa-marienses, contribuindo diretamente para a economia local.

Fundado em um momento de transformação do setor, o Panifício Mallet foi pioneiro ao se tornar a primeira indústria de pão congelado do interior do Estado, ainda no início dos anos 2000, período marcado pelo crescimento desse modelo produtivo. A aposta na tecnologia e na padronização permitiu à empresa expandir sua atuação e atender padarias em diversas regiões do Rio Grande do Sul, sempre com foco na qualidade e na consistência dos produtos.

E é justamente o pão francês o grande protagonista dessa história. Em 2025, o Panifício Mallet atingiu a marca de 1.850 toneladas produzidas do produto, número que representa 56,97% de toda a produção da empresa, um dado que reforça a importância do item dentro do portfólio.

“O pão francês é o produto mais simbólico da panificação brasileira, e é exatamente por isso que ele ocupa um lugar central no Panifício Mallet. Ele é o produto que define a reputação de uma padaria: se o pão francês é bom, o cliente confia. Para nós, o cacetinho nunca foi commodity. É o produto que mais exige técnica, constância e compromisso com a qualidade, e é justamente nele que a gente coloca nossa maior dedicação há 28 anos”, destaca Gabriel Machado, diretor executivo da empresa.

Essa dedicação se reflete em cada etapa do processo produtivo. Um dos diferenciais do pão francês do Mallet está na escolha da matéria-prima: parte da farinha utilizada é importada da Argentina, com trigo de qualidade superior, o que garante um resultado final mais uniforme e saboroso. A isso se somam processos industriais rigorosos, desenvolvidos ao longo de 28 anos, que asseguram padrão e regularidade, características essenciais para um produto que precisa ser impecável todos os dias.

Outro ponto que diferencia o Panifício Mallet no mercado é a preocupação com toda a cadeia produtiva. Como a empresa fornece para padarias em diferentes regiões, o pão precisa manter sua qualidade mesmo na etapa final de preparo. “Um pão de alta qualidade absorve melhor as variações do forno de cada padaria, chegando bonito para o consumidor mesmo em condições não ideais. Isso significa menos erro, menos desperdício e mais resultado para o cliente”, explica Machado.

Para viabilizar essa logística em larga escala sem abrir mão da qualidade, a empresa utiliza o método de ultracongelamento, tecnologia que preserva as características do pão e permite que ele chegue com frescor e padrão elevado a qualquer ponto do Estado.

Neste Dia do Pão Francês, celebrar o cacetinho é também reconhecer o trabalho de quem está por trás de cada fornada. Em Santa Maria, o Panifício Mallet simboliza essa união entre tradição e inovação, mostrando que, por trás de um alimento tão simples e cotidiano, existe uma cadeia produtiva robusta, tecnológica e fundamental para a economia regional.

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