Jogo de Cintura desta terça-feira (12) procura entender o que pode levar as pessoas a este comportamento tão comum.
Aquela respostinha atravessada no almoço de domingo ou nas festas de fim de ano… Aquela rusguinha entre irmãos que persiste ao longo da vida. Aquela falta de tempo crônica para resolver coisas simples em família, mas que pelo fato de serem ignoradas, viram “bola de neve”. As causas e as consequências são inúmeras. Os parentescos são variados, mas o contexto é o mesmo: a impaciência com pessoas da família.
A sugestão do tema de hoje veio de Fernando Barcelos, colega da TV Diário. Para encarar a discussão, entro em campo Fabiana Sparremberger e Daniela Minello. Contamos hoje com o olhar do psicólogo especialista em terapia cognitiva Patrick Ramos Camargo.
Para o psicólogo, a diferença de comportamento que, em geral, se tem em ambas as situações – de cordialidade com estranhos e de impaciência com familiares – se dá em função de que a maioria de nós espera aprovação dos estranhos. Em compensação, quanto aos familiares, já não há mais tal expectativa. Mas, claro, cada pessoa e cada contexto familiar tem suas peculiaridades. Quer descobrir como lidamos com as nossas? Vem pra cá, porque você não é a única pessoa que precisa ter um verdadeiro jogo de cintura nas diferentes situações.
Por Carla Torres, produtora e apresentadora
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