"Não haverá da minha parte nenhuma mobilização de resistência", afirma Edegar Pretto ao anunciar a desistência da pré-candidatura e apoio ao PDT

Foto: Debora Beina

Dois dias depois de o comando nacional do PT determinar o apoio do partido em solo gaúcho à pré-candidatura de Juliana Brizola (PDT) ao governo do Estado, o agora ex-pré-candidato Edegar Pretto pareceu ter assimilado a decisão após resistir até a intervenção na terça-feira (7). Pelo menos no discurso, o ex-deputado, que concedeu entrevista, nesta quinta-feira (9), ao lado de aliados, mostrou-se conformado e até admitiu ser vice de Juliana depois de ter descartado a possibilidade inicialmente.

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Disse que não fui "candidato de mim mesmo", referindo-se ao fato de ter sido referendado pelo diretório estadual do PT e depois por uma frente de cinco partidos, que se somou a sua pré-candidatura.

 
Edegar destacou que cuidará da condução das negociações com o PDT, como orientou a direção nacional do partido, e haverá um "tempo de maturação" com os partidos aliados sobre a terminação. 

- Não haverá da minha parte nenhuma mobilização de resistência - afirmou ele.

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