E quem terá a (in)grata tarefa de ser líder do governo

O primeiro ano da gestão Rodrigo Decimo/Lúcia Madruga já foi desgastante e desafiador para o então líder do governo, o tucano Givago Ribeiro que mesmo frente às adversidades, cumpriu a sua missão de defender, muitas vezes, o (in) defensável. Agora, a coluna apurou que, em 2026, ele não será mais o porta-voz (ou para-raios) da gestão municipal junto ao Palacete da Vale Machado.

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Leal ao Executivo, o parlamentar (em segundo mandato), diz-se, fez o que pode dentro das limitações de uma gestão que começou, no mínimo, bagunçada. O escudeiro do governo, pelo que a coluna teve de relatos, já teria comunicado aos mandatários da sua intenção de declinar de se manter como o fiador dos rumos da municipalidade no casa sede do Legislativo.

Givago, como é do conhecimento de todos, viabilizou entregas importantes (junto com o irmão e secretário de Esportes, Gilvan Ribeiro) e segurou o rojão quando os sindicatos elevaram o tom (e a temperatura) contra a temida (e adiada) reforma previdenciária. 

Porém, o custo político foi alto para o (quem sabe?) pretenso pretendente à sucessão do Executivo municipal.

Ah, quem seria o novo líder do governo? Dez entre dez analistas prognosticam que será o vereador Alexandre Pinzon Vargas, do Republicanos. Que, em se confirmando, voltaria ao posto que já ocupou.

Troco municipal

O Legislativo realiza, na quarta-feira, 25, audiência pública para tratar das Metas Fiscais relativas ao 3º quadrimestre de 2025. A atividade será no Palacete da Vale Machado a partir das 18h, com direito a transmissão da TV Câmara e no YouTube. Esse será mais um daqueles momentos em que os representantes da Secretaria da Fazenda relatam a situação (nada fácil) das finanças municipais.

Horário da Câmara

Gestão da Câmara cogita manter funcionamento em turno único. Razões? Duas, basicamente. A primeira, porque a Casa segue em obras (que devem durar todo o ano), e, segundo, porque há necessidade de economizar, visto que em dias de sessão há pouca (para não dizer nula) circulação de servidores (CCs). Nesses dias, aliás, só funcionam setores administrativos e, no máximo, um que outro gabinete mantém portas abertas. Pois é...

Estrelas, não!

Assuntando com fontes gabaritadas do Executivo, sobre trocas a ser feitas no primeiro escalão, a coluna colheu três impressões. Uma: mudanças serão pontuais, isto é, em poucas pastas. Não mais que quatro. A ideia seria promover as trocas antes da entrada em férias do prefeito Rodrigo Decimo, que fica fora 10 dias a partir de 4 de março. Isso, porém, não é garantido. Terceira impressão: não haverá troca de graúdos. Eles mantêm a total confiança do prefeito.

Nomes e palpite

6 de março, Torres. Data e local do primeiro painel com pré-candidatos ao Piratini. São sete nomes recebidos pela Federação das Associações de Municípios (Famurs). A saber: Covatti Filho e Ernani Polo (PP), Edegar Pretto (PT), Gabriel Souza (MDB), Juliana Brizola (PDT), Marcelo Maranata (PSDB) e Luciano Zucco (PL). Palpite claudemiriano: não haverá quórum total. Nem todos comparecerão.

Para fechar!

Zaloar Soares está fora do PDT, pelo qual concorreu a vereador. O líder comunitário, que comunicou sua saída ao mesmo tempo em que André Ribeiro anunciou desfiliação do PSB (sigla da qual foi dirigente), é oriundo do PT, tendo passado também por PSB e PP, antes do PDT. Zaloar só definirá nova sigla em 2027. Assim como Ribeiro.

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