O Cpers/Sindicato realiza uma assembleia geral, que começou por volta das 11h desta terça-feira, na Praça da Matriz, em Porto Alegre, em frente à Assembleia Legislativa (AL/RS), para votar indicativo de greve da categoria.
Professores dos 42 núcleos do sindicato estão reunidos para apresentar suas propostas para o movimento, que reivindica o fim do parcelamento de salários e a retirada das Propostas de Emenda à Constituição (PECs) 256, 257 e 258, que está na AL/RS para apreciação.
Ontem, o governo estadual depositou R$ 650 para cada matrícula como a primeira parcela do salário referente ao mês de julho. Ainda ontem, no final do dia, o secretário da Fazenda, Giovani Feltes informou que o Piratini decidiu não pagar a parcela da dívida com a União, de R$ 142 milhões, para nesta terça-feira depositar mais R$ 450 nas contas dos servidores públicos estaduais.
Representantes do 2º Núcleo do Cpers, que abrange Santa Maria e cidades da região, aprovaram greve por tempo indeterminado, na tarde de ontem. A categoria comentou que a ideia é ficar em paralisação até que o governador José Ivo Sartori (PMDB) pare de pagar os salários em parcelas. Esta proposta será apresentada na assembleia geral e passará por votação da categoria.
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