Foto: Alex Rocha, Palácio Piratini
A sucessão ao Palácio Piratini tem, pelo menos, cinco nomes lançados e uma incógnita em relação ao Progressistas, que está mergulhado numa grande divisão.
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O vice-governador Gabriel Souza (MDB) é o nome para defender a continuidade da gestão de Eduardo Leite (PSD), o deputado federal Luciano Zucco, Tenente-Coronel Zucco, representa o PL do ex-presidente Jair Bolsonaro, e Edegar Pretto é o escolhido pelo PT para a disputa e para o palanque de Lula, que buscará a reeleição.
Ainda foram lançados a ex-deputada Juliana Brizola pelo PDT, como uma alternativa aos extremos e a continuidade do governo Leite, e Marcelo Maranata, prefeito reeleito pelo PDT em Guaíba, que tem a missão de dar um sobrevida ao PSDB, partido ao qual se filiou recentemente, depois da grande debandada de tucanos.
O cenário mais claro ao Piratini passa pelos rumos do Progressistas que tem uma aliança alinhavada com o PL de Zucco, aprovada pelo diretório estadual, liderado pelo presidente Covatti Filho. O dirigente, aliás, mantém sua pré-candidatura ao governo do Estado, contudo deverá acabar de vice do PL, caso a coligação se confirme. Mas, ao mesmo tempo, o deputado estadual Ernani Polo se lançou também a governador e seu grupo não reconhece a decisão do diretório e sustenta que, somente a convenção poderá validar uma definição. Polo, inclusive, neste fim de semana, esteve na zona sul do Estado em busca de apoio.
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Já o PDT tem esperanças e trabalha para o PT abrir mão da candidatura própria de Edegar em prol de Juliana.
Então, o número de candidatos ao governo do Estado está indefinido pela incógnita no Progressistas e a própria questão envolvendo o PT.
Para o eleitor, claro, quanto mais opções para escolher no 1º turno, melhor.