Tem manhã que a gente se olha no espelho e pensa: Bom dia... você de novo? Cabelo em estado selvagem, olho meio fechado, cara de quem ainda não entendeu direito a vida e tudo bem. Porque o espelho não mostra só o rosto. Ele revela histórias, batalhas vencidas, noites mal dormidas e uma força que a gente só descobre quando a vida aperta. A vida, essa professora sem aviso prévio, às vezes nos coloca à prova. E é nessas horas que descobrimos uma força escondida atrás das nossas inseguranças, medos e dramas internos. Todo mundo tem seus segredinhos estranhos, seus dias de “não tô legal” e suas decisões meio duvidosas às três da manhã. Errar é humano. Assumir é evolução. Aprender é maturidade (ou quase isso). Ser você mesmo dá menos trabalho do que tentar agradar todo mundo. E viver sem pedir autorização para ser feliz é libertador. Errar é humano. Reconhecer os erros é evolução premium. O importante é querer melhorar. Um pouquinho hoje, outro amanhã.
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Pequenos hábitos, grandes transformações
Não precisa mudar de vida da noite pro dia. A mudança começa com atitudes pequenas. Bem pequenas mesmo. Comece arrumando a cama. Se dobrar as roupas, ótimo. Se só organizar em pilhas aceitáveis, já vale. Doe aquilo que você guarda “porque um dia pode usar” desde 2003. Abra a janela até o fim e deixe o sol entrar, ele não cobra aluguel. Se possível, deixe o sol bater no rosto, é um Photoshop natural. Escove os dentes com uma mão hoje, com a outra amanhã. Seu cérebro vai pensar: “Opa, tem coisa nova acontecendo aqui”. Não é maluquice: é presença. Esses pequenos gestos são mensagens diretas para o universo dizendo: “Eu me importo comigo.” Um passinho de cada vez. Sem pressa. Sem culpa. Sem necessidade de virar guru espiritual. Esses gestos simples dizem ao seu cérebro: “Ei, estamos vivos”!
Saia do automático antes que vire robô
A vida não foi feita para ser vivida no modo avião. Mude o caminho de casa. Troque os móveis de lugar (nem que seja só a cadeira). Ande descalço e cumprimente o chão. Faça exercícios, mesmo reclamando. Beba água, mesmo preferindo café. Durma bem, quando der. Faça escalda-pés como quem diz: “obrigada, pernas”. Leia um livro. Viaje quando puder. Ore, medite, dance na cozinha, cante no banho como se estivesse num reality show. Escolha melhor o que você assiste. Marque um café com amigos. Um piquenique no parque da Medianeira, que por sinal é um convite para resgatarmos as coisas simples e lindas da vida. Ria de piadas bobas. E principalmente: ria de você mesmo. É autocuidado premium.
Ser inteiro é melhor do que ser perfeito
Você não precisa ser perfeito. Precisa ser verdadeiro. Com suas manias, seus dias bons, seus dias estranhos e seus tropeços elegantes (ou nem tanto). Cuidar do corpo ajuda a cabeça. Cuidar da cabeça acolhe o coração. Cuidar do coração deixa a alma mais leve. A fé entra como combustível. A vontade entra como motor. O humor entra como amortecedor. Assim você vai ampliando suas potências físicas, psíquicas e emocionais sem perceber. Viver de verdade é isso, tentar, errar, rir, aprender, repetir. Tudo é treino. Agora vai lá: abra a janela, beba água, dê uma risada, nem que seja sozinha. Porque felicidade começa em pequenas decisões... e às vezes em uma boa gargalhada. A vida fica mais leve quando a gente se permite ser real. Com fé, com humor, com consciência, sem se preocupar com a validação virtual alheia. Você não precisa ser perfeito, precisa ser você por inteiro. Com suas falhas, seus aprendizados e seus tropeços coreografados na melhor dança: a dança da sua vida.
Agora me diga
Você está conseguindo dançar a coreografia da sua vida? Escolha de forma criativa os planos do seu palco chamado vida. Os aplausos, ah os aplausos!!! Estes acontecerão quando a cortina se fechar e abrirmos espaço para outras coreografias.